segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O elefante acorrentado

Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.

Que mistério! Por que o elefante não foge?

Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.

Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.
[metáforas]

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

À Luta!!!

Num país, não muito longe daqui, vivia um grande general. Sua tarefa era proteger o país e assegurar que todos os habitantes vivessem em paz e harmonia. Para fazer isso, ele mantinha um exército em prontidão e um exército de reservistas, o qual podia ser chamado em condições especiais. Ele também mantinha um serviço secreto cujo trabalho era detectar qualquer espião ou invasores externos. Todos os membros do exército, os reservistas e os do serviço secreto foram cuidadosamente treinados para tarefas específicas designadas para cada grupo. Os membros do exército e do serviço secreto eram soldados em tempo integral, mas os membros reservistas eram civis que ocupavam, na maior parte do tempo, posições na comunidade e que foram treinados para atuar na guerra apenas em casos de emergência.
Por muitos anos, esse país viveu em paz e harmonia. Os habitantes de cada vila e cidade, bem como aqueles das grandes cidades, trabalhavam e divertiam-se juntos e viviam a vida na sua plenitude. Todos, isto é, exceto alguns membros do exército e do serviço secreto. Como eram treinados para guerra, eles começaram a ficar descontentes por não fazerem nada, apenas aguardando e não tendo nenhum lugar para usar suas altamente treinadas habilidades de guerra. Alguns deles decidiram ir para o interior e provocar algum excitamento.
Os desertores do exército partiram para uma pequena parte da zona rural e começaram a atormentar os habitantes locais. Os habitantes não tinham experiência com guerra, e assim se tornaram vítimas fáceis dos habilidosos desertores. Outros membros do exército, vendo a excitação, se evadiram e se juntaram ao esquema. Eles se vestiram com roupas iguais aos dos habitantes locais e se infiltraram nas atividades da comunidade. Eles tentaram se adaptar à comunidade, usando suas habilidades de guerreiros, mas sempre provocavam destruição no seu caminho. Os invasores se pareciam muito com os habitantes locais e eram difíceis de serem detectados.
Devagar no início, mas aumentando rapidamente, o trabalho na comunidade chegou a um impasse. Cada vez mais desertores do exército se envolviam na tentativa de conseguir a sua parte nos saques. O processo prosseguia de cidade para cidade até que um grande clamor começou a se erguer em todo o interior – um grito de alarme. O governador da área tomou consciência do problema e enviou todos os combatentes que ele pode reunir, porém, agora, os desertores do exército eram muitos e altamente habilidosos. Além disso, eles não conseguiam distinguir os desertores dos habitantes locais.
Finalmente, o governador emitiu uma solicitação ao general do exército. (O general não tinha sido avisado do problema até esse momento.) O general imediatamente tentou chamar de volta os desertores, mas eles não o obedeciam mais. Ele chamou o governante do país e este tentou convencê-los pela lógica, mas eles também não o escutaram. Os desertores somente continuavam a crescer em número e a destruir o interior. Um governante vizinho sugeriu que fosse colocada comida envenenada por todo o interior para tentar envenenar os renegados. Isso funcionou um pouco e alguns foram mortos; porém, também muitos dos habitantes locais.
O general e o governante pensaram e pensaram. Por fim, eles delinearam um plano. O general secretamente chamou seu serviço secreto especial e lhes deu um treinamento específico de como distinguir os habitantes locais dos desertores treinados para guerra. A eles foi ensinado como fazer um exame detalhado, pois existiam pequenas diferenças na constituição física. Os soldados eram mais fortes e mais ativos do que os habitantes locais. Também tinham uma expressão diferente nos olhos e padrões de respiração diferente.
O pessoal do serviço secreto especial foi instruído para colocar as roupas dos habitantes locais e se infiltrarem nas vilas e cidades, localizar os soldados desertores e injetar neles um soro especial (conhecido apenas pelo serviço secreto e o general) que os fariam dormir.
O serviço secreto iria depois levar esses soldados adormecidos para um local de retreinamento no interior onde seriam reabilitados para o seu trabalho original. Aqueles que não pudessem ser reabilitados seriam banidos do país. Os guardas do serviço secreto especial foram treinados e colocados para proteger contra qualquer repetição futura de natureza similar.
Deste modo, a paz e a ordem foram restauradas no país fazendo com que os habitantes locais das vilas, cidades, metrópoles e da totalidade do país voltassem a ficar contentes de novo. O governante estava contente, o povo estava contente e o general e o exército estavam contentes.
[Robert Fletcher]

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O MESTRE DA PACIÊNCIA

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou:
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo. Respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale p/ a inveja, a raiva e os insultos. Quando não aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.....a não ser que você permita!!!!!!
[Metáforas]

Ótima semana!!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

As batalhas cessam, e nossos dias de paz voltam...

As guerras... por vezes sem sentido algum... chegam sem avisar.. trazem tristeza e dor... mesmo que não se deseje participar, querendo estar longe.. ela pode vir...

Em todas as suas batalhas.. com todas as suas explosões... ela pode ser ouvida...

Mas há o dia em que ela termina... suas batalhas cessam... as dores se vão... acabam as explosões... ela se vai.. ela não pode ser mais ouvida... chega a paz...

Na guerra... na vida... a cada batalha... a cada dia... nos momentos ruins ou tristes... possamos nós perceber tais momentos... ao mesmo tempo em que já percebemos que sabemos que tais momentos passam... que chega o dia em que as batalhas cessam... levando os sons de suas explosões junto com suas dores e tristezas... para onde não mais possa ser ouvida... enquanto se restabelece a paz... em nossos dias... em nossas vidas...

Ótima semana!!


"Toda guerra termina por onde começou: a paz."
[Jules Barthélemy-Saint-Hilaire]

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Reconhecer e seguir... em frente... sempre...

Uma borboleta... voando de flor em flor... espalhando sua beleza por onde passa... pode, hora ou outra, olhar para traz... vendo uma lagarta... e se perceber percebendo o quão vitoriosa ela é...

A lagarta... só de nascer... já foi uma vencedora... dentre centenas de ovas, ela conseguiu nascer... sozinha... e seguiu em frente...

Pôde passar praticamente sua vida inteira em uma mesma árvore... se alimentando e se movendo.. vagarosamente... mas seguindo em frente...

Por toda a sua vida enfrentou os perigos que sequer lhe fora alertada... escapando dos predadores que ela sequer podia ver... mas ela seguiu em frente...

Em dado momento de sua vida se recolheu em seu casulo... passando por um período em estado letárgico... aparentemente até sem vida... mas se preparando... para seguir em frente...

Eis que então ela juntou suas forças... saiu de seu casulo... mas agora voando.. bela... indo... seguindo em frente.... sempre...

Possamos nós perceber as vitórias que nos trouxeram até aqui... e o vôo belo e vitorioso à frente... seguindo em frente.. sempre...

Ótima semana!!

"... para se tornar uma borboleta, há de se suportar estar uma lagarta..."

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Vibrações positivas, do fim ao fim...

Um estímulo nos músculos das cordas vocais gera uma vibração no ar... que por sua vez gera sons... que podem levar palavras, mensagens... nas distâncias mais longínquas... até através dos tempos...


Um toque das cordas de um instrumento musical também gera uma vibração no ar... que gera sons... que podem criar músicas capazes de nos tocar lá no fundo... talvez até nos levando a lugares lá no passado... a lembranças positivas...


Uma pequena pedra atirada a um imenso lago gera uma vibração em sua superfície... movimentando milhões e milhões de moléculas de água... em todas as direções...


Que assim sejam as vibrações positivas deste fim de ano... de todas as palavras... de todas as músicas... que cada pequena vibração positiva lançada ao universo... somada a outras tantas mais... possam movimentar milhões e milhões de vidas.... através do tempo... durante todo este ano que se inicia... e que ao final... possamos nos perceber olhando para traz e vendo todas as lembranças positivas de mais um ano bem vivido...


Ótima semana, e um ano maravilhoso, do começo ao fim!!!!


"agora já percebendo as vibrações positivas, que vibrem as vibrações mais vibrantes, e ao vibrar que continuem vibrando estas vibrações, e mesmo quando parecer não estar vibrando, saibamos que as vibrações continuarão vibrando... positivamente"